1a dissociação sempre.
2Associa com a forte sensação de nunca externalizar,
3pensamentosmeus
4criando, aos olhos de outros, uma ilusão, de que eu, sou algo imóvel, translúcido, transfixo,,,,,,
|||||mas, me, sinto, transida, de raiva; espanto pelo mundo que me trata como um EXTRATERRESTRE e SIMULTANEAMENTE EXIGE que EU seja ISOLADA e EXTINTA ELES NÃO SE IMPORTAM COM VOCÊ JZMWQ <><> ; isolada como já sou, extinta como tentei ser
às vezes me sinto um recém nascido, de tão pouco que sei e tão pouco que experienciei. um dos meus maiores sonhos é achar alguém que seja como eu, mas na vida real fantasmas são invisíveis. com isso, minha melancolia é intensificada pelo saber de que isso nunca acontecerá
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não me encontro em ninguém; nos agrados do concreto há sustento limitado para corvos
as flores embriagam-se, e eu, no andar de cima, deixo minhas melancolias tocarem como baladas de amor
90 textos largados à escuridão, 90 frases nunca ditas, 90 palavras pra terminar minha vida
deixe-me hibernar até lembrar de mim; a morte é minha forma preferida de mudar
um papibaquígrafo me contou da minha aparente estranheza, mordi minha língua e voltei a dormir
estranhos abalam mais que conhecidos
descansarei até à próxima madrugada
nos vemos depois, sombra
as flores embriagam-se, e eu, no andar de cima, deixo minhas melancolias tocarem como baladas de amor
90 textos largados à escuridão, 90 frases nunca ditas, 90 palavras pra terminar minha vida
deixe-me hibernar até lembrar de mim; a morte é minha forma preferida de mudar
um papibaquígrafo me contou da minha aparente estranheza, mordi minha língua e voltei a dormir
estranhos abalam mais que conhecidos
descansarei até à próxima madrugada
nos vemos depois, sombra
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"a vida é assim mesmo" — disse ele,
como quem não se dá ao esforço,
e afastou-se em direção aos seus amigos.
por alegria à sua própria vida,
ou então por asco da garota,
empurrou-a da ponte do Tatuapé.
ele não soube dizer o porquê.
ninguém se atreveu
a chegar perto do corpo fétido,
que desaparecia
na pressa dos carros.
ela se pergunta,
dentro de um silêncio retumbante:
“por que não olham para o meu corpo?
por que não se interessam pela minha alma,
se era tudo o que eu tinha?”
como quem não se dá ao esforço,
e afastou-se em direção aos seus amigos.
por alegria à sua própria vida,
ou então por asco da garota,
empurrou-a da ponte do Tatuapé.
ele não soube dizer o porquê.
ninguém se atreveu
a chegar perto do corpo fétido,
que desaparecia
na pressa dos carros.
ela se pergunta,
dentro de um silêncio retumbante:
“por que não olham para o meu corpo?
por que não se interessam pela minha alma,
se era tudo o que eu tinha?”
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